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Brasília/Bastilha!

A federação republicana troglodita-plutocrática brasileira comporta-se como a velha Bastilha francesa, que caiu em 14 de julho de 1789

Coincidência ou não, Brasília rima com Bastilha, a antiga fortaleza francesa tomada pela revolução, em nome da liberdade, igualdade e fraternidade! Luis XVI estaria encarnado nos múltiplos corruptos que sangram a nação e chafurdam no lamaçal ignominioso da imoralidade absoluta do Estado Paralelo!

Por que? O Brasil Colônia Absolutista manda e governa, através de Brasília, onde os 3 poderes se enleiam dentro de uma complexidade federativo-republicana, sem dó nem piedade para com os que trabalham e produzem a riqueza nacional, através do PIB-Produto Interno Bruto, espelho da força criadora dos bens e serviços que compõem o amálgama de nossa economia.

O surto psicótico da apropriação do dinheiro público, representado pelos impostos gerados nos municípios brasileiros, através de manobras escusas, dão aparência legal à governabilidade absolutista do cansado modelo político anti-democrático, anti-natural e, por conseguinte, anti-ecológico,que medra nos escalões “bastilhenses” permeando trocas, favores e negociatas de todos os tipos, com lastro apenas na fértil arrecadação do bolo tributário, isto é, a soma de todos os impostos que pagamos, os quais, evidentemente, tem servido para enriquecer os absolutistas, mas infelicitar a Pátria e impedir que a Ordem e o Progresso sejam extensivos aos brasileiros!

Revoluções se fazem por vários motivos: por ânsia ideológica a favor de causas populares, por mudança de rumo político, ou pela “igualdade, fraternidade e liberdade”, tal como a ocorrida na França em 1789, que semeou, entre nós, a Inconfidência Mineira contra o absolutismo português, dando-nos, como exemplo marcante, a figura do alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), assassinado pelos  portugueses em 21/4/1792.

Lamentavelmente, no Brasil, não conseguimos armar uma revolução contra o absolutismo imperialista federativo-republicano, que nos governa de forma autocrática, impondo aos estados e municípios a nova derrama representada pela excrescente carga tributária que, incoerentemente, não beneficia quem trabalha e produz, na proporção devida, mas auxilia –isto sim- a formação de quadrilhas de salteadores e arrombadores da economia da nação, investindo pesadamente sobre os entes menores federados, o municípios, que é exatamente o local onde se origina toda a produção da riqueza do país.

Esta nova derrama impede o despertar da Pátria, pois comprime e asfixia quem trabalha, avilta a cidadania e cria um nepotismo vergonhoso, impedindo as fontes produtivas de exercerem suas dedicadas e salutares funções, a favor do nosso povo.

Virar o enfoque, obrigar a federação a rever a absurda e plutocrática divisão do bolo tributário, em benefício dos que produzem, os municípios, é a razão de um novo tipo de revolução: a Revolução Verde!

A Revolução Verde representa um movimento tipicamente citadino, que denominamos de Municipalismo Verde, com o objetivo de clamar o respeito ao Pacto da ONU, de 26/12/1966, à Declaração Universal dos Direitos Humanos e à própria Constituição Federal para liberar os entes menores federados da acintosa obrigação de aceitarem o miserável porcentual de 16% do bolo tributário, enquanto estados e federação abocanham os soberbos e faustosos 64%, com os quais, evidentemente, distribuem favores, fazem conchavos, compram súditos para a festa macabra corruptiva!

Esta é a Nova Revolução que defendemos e que deverá despertar-nos para a tomada da nova Bastilha, a Brasília capital, onde se enquistam imperialistas-colonialistas de todos os naipes e se comprazem nababescamente com a arrecadação do bolo tributário em desfavor dos que trabalham e produzem a riqueza nacional. Só o Municipalismo Verde das Cidades-Estados, íntegro e patriótico, desvinculado de ideologias nefastas já expurgadas pelo tempo (fascismo e comunismo) poderá conduzir o povo brasileiro ao patamar que merece a fim de criar uma nação de verdade, onde a liberdade, a igualdade e a fraternidade, não sejam apenas bla-blá-blá de endeusados absolutistas, mas a recompensa meritocrática a favor de todos os brasileiros. Viva o Brasil!
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