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Cidades-Estados

Por que eles têm e nós não podemos ter?

Berlim, Hamburgo, Bremen (Alemanha), Vaticano (Itália), HongKong,
Macau, Cingapura (Ásia) dão lições de civilidade e ética ao mundo!
                 Enquanto países da América Latina vivem tumultuados, chafurdando em meio à pandêmica corrupção, proporcionada por modelos políticos atrasados, que impedem o pleno exercício da cidadania e da ética, europeus e asiáticos avançam progressivamente e distribuem absoluta justiça social.

                Qual a diferença? Ora, nós, no Brasil, por exemplo, vivemos ainda a Era Colonial, herdada da coroa portuguesa. Esta forma de governo, instituída a partir de 1530 perdura até hoje, concentrada na federação absolutista e impede os entes menores, os municípios, de seguirem sua natural vocação.

                A causa e estopim desse colonialismo plutocrático, rançoso, anti-ecológico. mais aristocrático do que democrático, é a concentração de poderes nas mãos da federação, que pouco ou nada produz, mas apenas consome, enquanto os municípios batem recorde de produção e serviços.

                Como desvendar este mistério que martiriza a vida de nossos patrícios, impedindo a ascensão natural das cidades no Brasil e possa realmente acordar o povo para o vôo da plenitude existencial, exaltando a meritocracia?

                A fórmula é simples: aplicar, na prática, o que ficou estabelecido pelo Pacto da ONU, de 16 de dezembro de 1966, ratificado pelo Brasil em 1976, com atraso, portanto, de 10 anos!

                                                              Como funciona o Pacto

                Assim está redigido este salutar e importante documento:

“Todos os povos têm  direito à autodeterminação. Em virtude deste direito estabelecem livremente a sua condição política e, desse modo, providenciam o seu desenvolvimento econômico, social e cultural.

Para atingirem os seus fins, todos os povos podem dispor livremente das suas riquezas e recursos naturais, sem prejuízo das obrigações que derivam da cooperação econômica internacional baseada no princípio de benefício recíproco, assim como do direito internacional. Em caso algum poderá privar-se um povo dos seus próprios meios de subsistência.

                Os Estados-Signatários no presente Pacto, incluindo os que têm a responsabilidade de administrar territórios não autônomos e territórios em fideicomisso, promoverão o exercício do direito à autodeterminação e respeitarão este direito em conformidade com as disposições da Carta das Nações Unidas.”

                Fica, então, a pergunta: temos direito à autodeterminação para escolher um novo modelo político ou forma de governo? Por enquanto não, porque o país não obedece a Carta da ONU, nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Lamentável, pois nossos deputados, senadores, ministros e governadores, não se acham dispostos em expor todas as razões que assistem aos municípios para se autogovernarem, contribuindo para aumento do PIB e contemplando seus moradores e ou trabalhadores com o resultado de um tipo administrativo profundamente ético!

                O modelo AUTOGOVERNO não visa a separação de qualquer território. Ao contrário, busca a inclusão pátria ao esforço produtivo e meritório para atender mais eficientemente as cidades e seus moradores no que tange à criatividade, liberdade, cidadania e profissionalização, além de, prioritariamente, poderem usufruir de todos os direitos consignados tanto pelo Pacto da ONU como pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.

                A América Latina, em geral, não está ainda programada para evoluir politicamente, tanto que seus países se contentam em permanecer sob o instituto de Colônias, tal como quando seus territórios foram conquistados pelos europeus, a partir de 1500.

                Romper este liame é mais do que necessário, é acreditar no futuro dos seres humanos e também no futuro de Gaia, que deverá hospedar, logo logo, 9 bilhões de pessoas!

                A semente está lançada, compete agora aos que possuem capacidade de raciocinar os primeiros passos no sentido de orientarmos nosso povo rumo à civilização do futuro e com vistas  a erradicarmos totalmente a corrupção do país.
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