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Crises deixam povos em desespero

                            Crises deixam povos em desespero,

                         enquanto a democracia perece!

Estão  acontecendo coisas inesperadas. Da praça Tahir a Wall Street,

dos corajosos cidadãos que estão vencendo campanhas pela internet, várias delas, nota-se, contudo, que a democracia começa a apresentar sinais de debilidade.

Não se compreende  como tudo isto está a acontecer porque os modelos políticos  e econômicos atuais, que propiciaram a globalização, tem apresentado falhas gritantes, mesmo com eleições cada quatro anos, enquanto as forças vivas da resistência lutam  tenazmente  contra a corrupção.

Devemos pensar seriamente para construirmos o mundo que todos queremos, ou seja, um mundo de paz com progresso e justiça social.

Entretanto, o tempo é curto. Temos de vencer as inúmeras crises que estão se alastrando sobre todos os países, sejam crises climáticas, alimentares ou financeiras, pois ninguém sabe ainda onde tudo isto nos levará!

Temos um grande desafio pela frente e devemos trabalhar para que outro modelo político-econômico nos aponte o mundo que devemos deixar para nossos descendentes.

Aqui pode entrar sabiamente uma das profecias de Edgar Cayce, onde o maior paranormal que o mundo já conheceu, vaticinou um modelo político-econômico de repleta paz e justiça social, conforme ele mesmo escreveu: Profecia de Edgar Cayce:

Antes de falecer, em 1945, Cayce profetizou:

“Haverá uma nova ordem social e também haverá nova ordem econômica... Não que tudo tenha que vir a ser possuído em comum, como nos regimes comunistas, mas deve ser constituída aquela unidade, aquela associação de ideias, de atividades, de influências por meio das experiências de todos... Cada pessoa, por sua própria atividade, deve ter a oportunidade de expressão, de trabalho, de produção. Todos devem entender que os que possuem mais devem dar mais ...”

                                                      INTERPRETAÇÃO

Assim como profetizou o fim do comunismo, Cayce anteviu o surgir de um novo modelo político, mais do que democrático, essencialmente ecodemocrático, o que busca elevar o espírito humano às raias da solidariedade, que não permite discriminação, nem exploração, mas busca formar um amálgama de seres comprometidos com a ecologia do planeta e a evolução espiritual, dentro da estrita compreensão de que aqui fomos colocados para nos aperfeiçoarmos e banir todas as agruras, bem como nivelar a vida dentro de princípios éticos, quando os méritos serão realçados.

Não se descuidará do que é coletivo, como a própria colheita dos impostos, sem que uns poucos deitem a mão no que pertence à comunidade. Haverá compreensão perfeita em torno dos que produzem a riqueza de um país e o banimento dos egoístas, aproveitadores e corruptos.

O modelo primará pela defesa dos grupos sociais dentro do espaço municipal, onde as famílias discutirão os rumos futuros das urbes, e nada ficará ausente da magnitude ecopolítica dos viventes. A vida será exaltada e glorificada, pacificamente, sem que poucos possam tirar proveito, em razão de algum potencial econômico, que lhes foi destinado provisoriamente pelo Alto!

Este modelo prima pelo autogoverno e poderá estar representado na CIDADE-ESTADO, quando o esforço geral estará direcionado ao bem da Pátria!

Esta bandeira, pelo autogoverno, obedece sem restrições ao Pacto da ONU, de 26/12/1966, à Declaração Universal dos Direitos Humanos e à Constituição da República Federativa do Brasil. Para aderir, escreva a: AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – www.ecologia.org.br  - amefundacao@gmail.com   ou   amefundacao@uol.com.br

www.jornalverdemunicipalista.net.br

Se puder, divulgue!

 
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