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Jornal Verde Municipalista


JORNAL VERDE
MUNICIPALISTA
O município é o local onde moramos ou trabalhamos; é, basicamente, a fonte do PIB-Produto Interno Bruto do Brasil, enquanto estados e federação pouco fazem e abocanham a maior parte do bolo tributário                    
                                                                    Pátria
“Os partidos passam; passam os reis, as dinastias, os impérios. Mas a pátria fica, e fica a história”. Rui Barbosa.
                                                                                  Verde 
Saiba o que é o Verde!
A cor Verde está associada à natureza e aos conceitos com ela, nos arremete à fonte da vida, através da fotossíntese e  permite vivermos com melhor qualidade de vida.
É a cor que buscamos instintivamente quando estamos deprimidos ou vivenciando um trauma. O verde nos cria um sentimento de conforto,  de calma e paz interior, que nos faz sentir equilibrados interiormente.
Meditar com a cor verde é como tomar um calmante para as emoções.
Palavras chaves da cor verde: natureza, harmonia, crescimento, exuberância, fertilidade, frescura, estabilidade, resistência.
O Verde define, atualmente, um novo comportamento social (político por excelência), imprimindo-nos o desejo natural de vivermos de acordo com as sábias leis ecológicas, que abrangem também as leis econômicas.
Verde é, sobretudo, a esperança de termos uma forma de governo atuante em favor da comunidade, algo que fale da solidariedade absoluta para a qual fomos criados e que, infelizmente, pela magia descontrolada dos alterados valores sociais  nos atinge profundamente em climas de incertezas.
Uma revolução VERDE necessária
A próxima revolução está pintando, está na cara de todo mundo que um novo compêndio altamente revolucionário, em termos de forma de governo, acha-se inscrito, num caminho começado nos anos 70, quando crises eclodiram e a maioria dos países se viu compelida a repensar sua economia, justamente quando ascendia o sistema econômico global promovido pelo neoliberalismo.
Naquela década, a Europa viu nascer o movimento ambientalista, substrato ainda das emanações exaladas pelas advertências do Clube de Roma, buscando aconselhar o crescimento zero para que houvesse coincidência entre ecologia e desenvolvimento.
Pensava-se, então, na impossibilidade de irmanação entre as duas especializações, pois enquanto ecologia tratava especificamente de conter a arremetida desenvolvimentista, sacrificando ecossistemas e espécies, a economia encarnava a necessidade de crescimento econômico a qualquer custo.
A diferença, entre Estocolmo 72 e Rio-92, foi gritante. A primeira reunião mundial, na Suécia, alimentava o sonho de crescer infinitamente, mesmo sob custo ambiente pesadíssimo, enquanto a Rio-92, mais cautelosa e desperta para as agruras dessa megalomania industrial crescente, ponderou pela salvaguarda do espaço natural, chegando mesmo a propor linhas de crédito para um trabalho hercúleo a favor da Natureza, embora reconhecendo os limites necessários a serem impostos
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