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Municipalismo Verde

Libertar o município é fortalecer a província (estado)e engrandecer a federação!

Para quem não sabe, existem apenas 3 Eco-cities (cidades ecológicas) no mundo: Davis (Estados Unidos), Aalborg (Dinamarca) e Curitiba (Brasil), porém, nenhuma delas conseguiu, por enquanto, ombrear-se ao modelo ecopolítico conceituado como Municipalismo Verde, que agora estamos anunciando, por ordem e conta da Ame Fundação..
Em que consiste? Ora, a definição do vocábulo Verde diz quase tudo, mas vamos à definição: trata-se do Municipalismo comprometido com o Selo Verde, ou seja, com o desenvolvimento sustentável harmônico em que fica reconhecida toda a lógica ecopolítica do trabalho que premia quem produz, não apenas o lucro do capital, sem alusão à doutrina lançada por Marx e Engels para conseguir estabelecer o perfeito equilíbrio entre capital e trabalho.
Municipalismo Verde será a consagração, pois, do trabalho criado e desenvolvido num território demarcado dentro de uma federação republicana democrática, mas que, infelizmente, não reconhece os méritos da produção que eleva o nível de vida dos brasileiros, através do PIB.
Este PIB que é gerado no município, mas, lamentavelmente, não volta na proporção devida, pois do total dos impostos arrecadados pela União, o chamado bolo tributário, apenas 16% é destinado aos entes menores, os municípios, enquanto Estados e União gastam, nababescamente, os demais 84%..
A briga pela elevação da quota de 16% para 50% será, infalivelmente, o mote do Municipalismo Verde, para sitiar e fazer dos locais de trabalho o local exato da produção de bens e serviços na escala nacional, dentro dos conceitos ecológicos da sustentação ambiente.
Esta concepção alerta e cria, nos municípios brasileiros, o fulgor de uma luta mais do que democrática, mas ecodemocrática, para salvarmos a força do trabalho, sem a pretensão de desviar-nos para esquerda ou direita, mas apenas no centro fraterno do reconhecimento ao esforço que os lídimos municipalistas deverão imprimir doravante para liberarmos os municípios da vergonhosa  situação em que estão colocados, por ordem e conta da Constituição Cidadã, outorgada em 1988, que copiou a imperfeição republicano-federativa desde 1891.
Claro que teremos de voltar ao assunto nas próximas edições, mas por ora fica o anúncio, para gáudio e esperança dos que ainda podem acreditar numa vida melhor, mais digna, ética e progressista, pactuada com o crescimento também verde!

AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – www.ecologia.org.bramefundacao@gmail.com – amefundacao@uol.com.br
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