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Município forte, Nação rica,Município fraco, Nação em decadência!

Texto dedicado aos que ainda conseguem raciocinar!

Município forte, Nação rica,Município fraco, Nação em decadência!   

Poucos, bem poucos, no Brasil, se importam com a espoliação que a federação republicano-colonialista faz contra os municípios. Inverter essa horrenda e catastrófica administração é tarefa de gigantes, que precisam deixar de dormir e só pensar em ganhos pessoais enquanto o país afunda!
Equação ou Incógnita, não importa. O que estamos a tratar aqui é relevante para uma simples questão de matemática, é a própria sobrevida das comunidades, reunidas no ente federativo menor, o município!

Enquanto republicanos (políticos profissionais ou amadores) labutam em torno de uma assertiva que aponte o caminho do desenvolvimento sustentável, ecológico ou ecopolítico, Ame Fundação aposta na adoção de outro tipo de modelo administrativo para as comunas (sem alusão ao comunismo ou socialismo, doutrinas utópicas que guiaram algumas comunidades à completa insatisfação social).

Lamentavelmente, a república federativa  vigente no Brasil quer alienar os municípios e torturar os munícipes, pois são estes que trabalham e produzem a riqueza nacional, torpedeados pela federação que nada produz, mas gasta nababescamente, como se o dinheiro arrecadado pelo bolo tributário pertencesse unicamente à grande Colônia, que é o Brasil de hoje!

Por que Colônia? Ora, ora, ora, D.Pedro I não conseguiu levar a efeito as transformações necessárias para que tivéssemos evoluído a tal ponto, livrando-nos do rançoso e ultrapassado regime político da infausta colonização. É que, português de nascimento, vigia em seu espírito apenas o fragor do fracassado modelito legislativo-executivo-judiciário numa só casa. Para seus acólitos, geralmente comprometidos com apenas o que conheciam, na época, nada melhor para o Brasil do século XIX...

Os tempos, contudo, avançando juntamente com a ciência e a tecnologia, além das insatisfações geradas pela exuberância demográfica, vieram apontar necessidades básicas bem diferentes de antanho, ou seja, dos tempos perdidos no passado.

Em pleno século XXI, contudo, os municípios brasileiros continuam fracos –fraquíssimos- em comparação a outros tempos e também a outras cidades de países que descobriram a formulação mágica para efetuar e prodigalizar verdadeiramente a justiça social.

Não será vergonhoso dizermos que apenas 16% do bolo tributário, ou seja, de todos os impostos arrecadados, são destinados aos municípios, enquanto estados e federação dividem, gostosamente, os 84%, independentemente de pouco ou quase nada produzirem?

Esta é a realidade dos municípios que, desde 1964, vivem pedindo esmolas à federação a fim de conseguirem implementar serviços básicos, mas, todos sabem que as verbas concedidas, tanto pelos estados como pela república, tem destinação duvidosa, isto é, são rateadas por e para a manutenção de duvidosos republicanos que se eternizam no poder!

Tudo isto pode acabar se adotarmos o autogoverno e partirmos para a instalação de cidades-estados, como fizeram Alemanha, Letônia, Itália, China e Cingapura.

O tipo de administração de uma cidade-estado, sob o modelo autogoverno, difere totalmente da republica frágil, que vê os municípios como entes subservientes, mas não produtivos. É o engano letal. Se colocarmos os municípios no devido lugar, afastados da índole neoliberal que premia apenas os que gastam nababescamente (estados e federação) estaremos fortificando as comunas, e com isto, obviamente, fortificando a federação!

Urge mudar, portanto, mas não será fácil convencer políticos profissionais, que veem nos municípios apenas currais eleitorais. Temos de mudar a óptica, passar para o autogoverno e instituir cidades-estados pelo bem do Brasil e para conseguirmos implantar a verdadeira ecodemocracia! O verdadeiro progresso da Nação exige esta salutar transformação.

 

                                       Você consegue entender tudo que lê?

Segundo estatísticas, apenas 24% dos brasileiros conseguem

Para tirar o município do sufoco é preciso união dos que ainda são corretos e pensam

na Pátria, não apenas em bens materiais, geralmente surrupiados

 

Nós moramos ou trabalhamos numa cidade, núcleo central de um Município. Você sabe disto, não?

O Município é, pois, o foco de todo nosso trabalho, pela redenção do Brasil.

Toda a riqueza nacional, o PIB, é gerado –SEMPRE- no Município, onde todos trabalham ou prestam serviços, verdade?

Agora, fique surpreso: o que produzimos, no Município, gera riqueza através de impostos, taxas e tributos, os quais são carreados, por enquanto, para a federação.

A federação distribui o chamado bolo tributário, isto é, tudo que é arrecadado no Brasil, por meio de alíquotas, assim contempladas: 60% para a federação, 24% para os Estados e, finalmente, 16% (às vezes 17%) para os Municípios!!!

Vergonhosa e humilhante situação! Quem produz recebe menos, enquanto os que não produzem ficam com a maior parte do bolo tributário, e  gastam muitas vezes de forma irresponsável...

Gastam em fantasias, planos mirabolantes, despesas simuladas, permitem uso e fruto do nosso dinheiro, que rola solto na mais desenfreada corrupção do mundo!

Como dificultar essas maroteiras e gatunices? Partindo para o AUTOGOVERNO, como recomenda o Pacto da ONU de 26 de dezembro de 1966, que o Brasil e demais países da América LATRINA assinaram, mas não cumprem.

Através do AUTOGOVERNO, poderemos instituir CIDADES-ESTADOS como fizeram, na Europa, Alemanha, Letônia e outros países, bem como, na Ásia, com China e Cingapura, onde este modelo viceja e dá lucros aos seus países.

Vamos continuar dormindo e apoiando a corrupção, ou partir para um modelo onde essa safadeza desenfreada terá fim?

Depende de você, de todos (menos deles, é claro!) dos que tem a cabeça no lugar e AINDA ESTÃO aptos a imaginar um país correto, onde a Ordem e Progresso estejam atreladas à ética que produz cidadãos dignos de representar os munícipes.

Pense bem, analise, e forme conosco. Vejam nosso site www.ecologia.org.br

TUDO PELA PUJANÇA DOS MUNICÍPIOS!
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