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A Pátria: sem futuro ou um futuro negro?

Prognósticos e profecias à parte, o que existe atualmente é somente uma incógnita: como atravessaremos 2013 e qual o futuro da Pátria?
 
Se, de um lado, o crescimento econômico, aventado em 4% para toda América do Sul, em 2013, é fator de tranquilidade para empresários e trabalhadores, a situação político-administrativa situa-se num vazio fora de foco, pois será ano de confrontos entre legendas e grupos que buscam solidificar suas lideranças para o destino após as eleições presidenciais de 2014!
Alguns preveem embates tendenciosos de tal monta que o país não escapará à tragédia de nova revolução, enquanto outros, mais cautelosos, jogam suas fichas no melhor comportamento fisiológico, em busca de soluções cívicas.
O civismo nunca esteve tão baixo, assim como a civilidade, componentes ultra-ativos da verdade cidadã- ética!
Com elevado número de partidos políticos, o Brasil se defronta com falhas ideológicas bem graves, pois legendas surgem da noite para o dia, na esperança de “fechar acordo” com outras, mais próximas ao poder, e assim conseguir nomeações para cargos funcionais dentro do aparelho estatal.
Essa corrida meramente comercial descaracteriza a democracia, quando o poder, ou seja, os eleitos, devam obrigatoriamente sair das fileiras populares, e nunca por consenso de empresários ávidos por contratos milionários que possam fortalecer simplesmente suas bancadas, ao invés de ficarem atentos às necessidades comunitárias.
Poder-se-ia arriscar que a interpretação da democracia caiu fundo em nossa sofrida Pátria, o individualismo, a ganância e a cupidez, passaram a imperar sobre os últimos vestígios de responsabilidade, ética e também moral, pois quem age em descumprimento às leis emanadas da CF se encontram, obviamente, no lamaçal antí-cívico, anti-racional, anti-ecológico, decaindo para a imoralidade!
Se a Constituição Federal racionaliza o sistema democrático de direito para a forma de governo federativo-republicano, em vigor, não menos democrático será a vocação natural da comunidade em optar por  um novo tipo de desenvolvimento econômico, que traduza aspirações da meritocracia com vistas a premiar, indistintamente, todos os seres viventes de nossa espécie, ainda transitando no planeta Terra.
O novo tipo desenvolvimentista cimentado na solidariedade natural tem raízes profundas nos estudos da ecopolítica, fração ecológica que disciplina o crescimento espontâneo, porém, lógico e retornável, livre da asfixia poluente do processo vertiginoso mais industrial que agrícola que, agredindo a Natureza, afasta a possiblidade de um vivenciar saudável e prolongado, para o qual fomos criados, porém, não se assemelha às ultrapassadas ideologias comunistas, socialistas ou fascistas, porque estas, na verdade, representam sistematicamente a tomada do poder para o enriquecimento fácil de seus acólitos!
 
Este tipo de desenvolvimento saudável, a que nos referimos,  está compreendido no e pelo AUTOGOVERNO, uma forma mais do que democrática(diremos ecodemocrática), de dirigir politicamente uma sociedade, em escala menor, através dos municípios, em nosso país.  Quando dizemos politicamente, estamos nos referindo também à economia condizente com a vocação natural de cada região.
Para quem não sabe, o Pacto da ONU, de 26/12/1966, que o Brasil assinou em 1976, durante a presidência de Ernesto Geisel, estimula a adoção do autogoverno, tanto quanto a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
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