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AME-Fundação Mundial de Ecologia

AME-Fundação Mundial de Ecologia
Rua Nicolau Espinosa Linhares, 118 –CEP 06700-146 – centro –COTIA/SP. Fundada em 28/8/1976
                               telefones 11-4703-2636 – 4614-7828 – cel. 7235-3005
HISTÓRICO
1976 - 28/8, fundação da entidade, sob o nome de APPN - Associação Paulista de Proteção à Natureza, no histórico Sítio do Padre Inácio (Morro Grande/Cotia), construção de 1625.  em terreno de 5 alqueires, tombado pelo IPHAN-Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
1976 - 6/11,  promove em Cotia, em antigo cinema local, o lançamento do 1º manifesto brasileiro de ecologia, denominado FIM DO FUTURO, juntamente com seu autor José A. Lutzenberger.
1978 - 5/1, início da campanha pela defesa da reserva florestal de dez mil alqueires de mata atlântica, no Morro Grande/Caucaia, local aprovado pelo governo de São Paulo para a construção do aeroporto metropolitano. APPN lidera o movimento e cria, juntamente com outros companheiros, a CDPC - Comissão de Defesa do Patrimônio da Comunidade, tornando-se, o presidente da APPN, secretário-geral da CDPC.  Em 1980, por indicação da AME a reserva recebe o nome de Reserva Florestal Deputado Lauro Rodrigues, em homenagem ao ex-deputado federal que conseguiu aprovar, na Câmara dos Deputados, uma emenda no Código Florestal brasileiro tornando “de direito” as reservas florestais “de fato”.
1979 - juntamente com José A. Lutzenberger, Mário Schenberg, Paulo Nogueira Neto, Aziz Ab'Sáber, Ernesto Zwarg, senador Evandro Carreira, deputado Horácio Ortiz e outros vai a Itanhaém/SP denunciar o acordo nuclear Brasil/Alemanha, que pretendia instalar 8 centrais nucleares na costa brasileira.
- Com Sidônio Muralha, Lutzenberger, Piero Luoni, Dalmo Dallari, e demais companheiros, elabora a carta de Princípios do Movimento Ecológico Brasileiro, texto inspirador do Fraternalismo, cuja síntese se encontra no Manifesto da Ecodemocracia., que projeto nova forma de governo para o Brasil, inspirada no Pacto da ONU, de 1966, incentivando instituição do autogoverno nos municípios brasileiros.
1980 - participa de ato de protesto, em Resende/RJ, contra a instalação de usina de reprocessamento de combustível nuclear, movimento que se transmite, via radiofônica, para Rádio Berlim, Alemanha, com grande repercussão na mídia internacional.
- elabora o documento ECOLOGIA TOTAL JÁ, em companhia do dr.Waldemar Ferreira de Almeida, defendendo a globalização do vocábulo.
- inicia a campanha pela preservação da Amazônia, com os senadores Evandro Carreira e Franco Montoro, vários deputados estaduais, federais, engenheiros, arquitetos, jornalistas, e sociólogos
- consegue, no CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico, sa Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o tombamento das reservas florestais de Morro Grande / Caucaia e Serra da Cantareira / Jaraguá, em São Paulo.
1981 - 16/9, altera o nome para ABPN - Associação Brasileira de Proteção à Natureza.
1982 - elabora o programa ecológico BEABÁ DA ECOLOGIA, para o 1º grau, e JORNADA DE ECOLOGIA NAS ESCOLAS, para 1º e 2º grau.
1984 - luta contra poluição da Siderúrgica J. Aliperti, São Paulo.
1987 - 2/4, altera o nome para AME - Associação Mundial de Ecologia.
1988 - realiza a SEMANA DE PROTEÇÃO À NATUREZA, na Petroquímica União, Santo André/SP.
1989 - inicia o evento SEMANA DA ECOLOGIA NAS ESCOLAS, aprovado pela Secretaria Estadual de Educação e SIEEESP - Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo.
- requer, em 22/2, ao ´IPHAN/RIO - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o tombamento integral da floresta amazônica.
1990 - altera o evento pedagógico Semana de Ecologia para Jornada de Ecologia nas Escolas.
1991 - 7/9, lança o manifesto ECOPOLÍTICA, CIÊNCIA DA FRATERNIDADE.
1995 - 25/12, lança a doutrina sócio-ecológica, uu ecopolítica,  FRATERNALISMO.
1996 - começa a operar o 'Project Brazil", dos EUA para doações ( ajuda humanitária ) a prefeituras e instituições filantrópicas, através da CARTA DO BRASIL, documento inscrito na ONU, no capítulo de doações internacionais.
1997 - 2/4, edita a CARTILHA DA FRATERNIDADE, documento inscrito na ONU, no capítulo de doações internacionais.
1997 começa liberar as doações internacionais a prefeituras do Rio Grande do Sul, que participara  do “PROJECT BRAZIL’.
1998 – divulga, em todo o Brasil, o documento ABAIXO O ESTADO-NAÇÃO, que apresenta um novo modelo político consubstanciado no modelo Cidade-Estado.
1999 -   transforma a entidade  em fundação, mantendo o nome AME-FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA; realiza a 1ª Gincana Ecológica no município de Cotia/SP/Brasil e institui o Movimento Parceiros da Ecologia com vistas à aplicação da Agenda 21 Local.
2000 – edita vários documentos referente a CIDADE-ESTADO,  pactuando com o geógrafo professor Milton Santos, a necessidade de reformar a Federação, “de baixo para cima”.
2001 -  o presidente profere palestras em várias escolas de S.Paulo e Itanhaém sobre o novo modelo político Cidade-Estado.
2003 – mudança da seda da rua Ernesto Lemos Leite, 26 para rua Nicolau Espinosa Linhares, 118 – CEP 06700-146 – COTIA/SP.
2004 – inicia, com o eng.Gerson Antolini, estudos para instituição do programa de agro-indústria orgânica, em Cotia e Sto.André/SP.
2005 – refaz estudos sobre Cidade-Estado e autogoverno, com finalidade de lançar um manifesto.
2006 – realiza pesquisas profundas sobre autogoverno e busca parceiros para um plebiscito nacional em torno do assunto.
2007 – publica no site www.ecologia.org.br vários arquivos sobre Brasil, Colônia de Banqueiros, empréstimos desde 1822 até a atualidade.
2008 – participação de debates sobre genealogia da raça brasileira, apresentando estudos da origem do caldeamento tribo Guaianá com portugueses.
2010 – lançamento do Manifesto da Ecodemocracia no site www.ecologia.org.br
2011 – lançamento do manifesto Trabalhadores do Brasil, com sensível aceitação por parte de movimentos cívicos.
2012 – lança vários documentos defendendo os municípios brasileiros, notadamente o com o título de Municipalismo Verde.
2012 – 3/9 é aprovado pelo CONDEPHAAT o tombamento de área de 60 alqueires de mata nativa, sendo 50 alqueires em Embu das Artes e 10 alqueires em Cotia, conforme requerimento da AME, em 2009.
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