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Ecodemocracia

Bem diferente é o conceito da Ecodemocracia, que estabelece- a imperiosa liberdade de candidaturas sem a necessidade de alimentar partidos políticos, essencialmente comprometidos com a plutocracia, através da defesa de modelos políticos ultrapassados como: socialismo, comunismo e neoliberalismo, criadores e mantenedores do Sistema!

A Ecodemoracia surge como modelo comprometido com Gaia (Planeta Terra), ou seja, com o desenvolvimento sustentável, e com a Justiça Social, mas, vai além: justifica o "agir localmente", como recomendado pela Rio-92 (pensar globalmente, agir localmente), abrindo caminho para o estabelecimento de um modelo sócio-ecológico, similar ao aplicado na Europa e Ásia.

O modelo político da Ecodemocracia (Cidade-Estado) libera prováveis candidatos a postos eletivos para o exercício de funções públicas, sem a obrigatoriedade de se filiarem e se submeterem a partidos políticos. Propõe a administração local, através de executivos contratados; maior cuidado com o erário público, que passa a ser gerenciado por um Conselho Comunitário, além de libertar os legisladores no tocante às propostas de leis, já que vereadores participam desse mesmo Conselho, juntamente com grupos da sociedade, nos denominados Conselhos Celulares.

Justiça Social

Sendo Cidade-Estado um modelo eminentemente municipalista, a tributação terá de obedecer critérios que privilegiem, tanto onde e quem produz, contrastando com os modelos plutocráticos, viciados em termos meramente econômicos, relegando a planos secundários normas de desenvolvimento sustentável, para que a proteção ecológica alcance não só a natureza em si, mas também atinja parâmetros da mais absoluta Justiça Social.

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Povo confia mais no jogo do bicho

do que em políticos, diz pesquisa

Uma pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB), com 1.283 entrevistados, mostra que a população – pelo menos a residente em Brasília – acredita mais nos contraventores do jogo do bicho do que em políticos. Pelo levantamento, enquanto 22,7% confiam no bicho, apenas 19,9% têm o mesmo sentimento em relação a parlamentares e governantes. A Justiça também foi mal avaliada por 50,5% dos entrevistados.

A intenção do Instituto de Ciência Política da UnB foi verificar o sentimento popular em relação às instituições num momento de crise ética no País, principalmente na política. Foram entrevistados, em abril, brasilienses de todas as idades e níveis socioeconômicos e de escolaridade: "O levantamento demonstra a descrença da população em relação às instituições políticas", resume o coordenador de graduação do Instituto de Ciência Política da UnB, Ricardo Caldas.

A grande maioria dos entrevistados (76%) considera os políticos mentirosos, picaretas ou criminosos, e menos de 3% crêem na honestidade de seus representantes. Apesar de 70,6% acreditarem na existência da democracia no País, 74,7% das pessoas responderam que a classe política não representa o povo. As razões alegadas foram corrupção (28,04%), falta de compromisso (23,78%), defesa de interesses próprios (19,36%), as deficiências do sistema político-eleitoral (11,28%) e a falta de ideologia ou valores (8,42%).

Na questão sobre credibilidade do Poder Executivo, cerca de 60% das pessoas admitiram não confiar na atuação governamental. A Justiça brasileira também não escapa da desconfiança: 50,5% não confiam nos juízes.

Os pesquisadores da UnB perguntaram aos participantes sobre o sistema político-eleitoral do País. Na opinião da maioria esmagadora dos entrevistados (90,3%), o Brasil precisa de uma reforma política, mas 52,5% são contra o financiamento público de campanhas – uma das principais propostas do congressistas para diminuir a corrupção, já que políticos costumam atender a interesses dos financiadores privados de suas campanhas. (Rodrigo Ledo – Último Segundo/Santafé Idéias - IG)
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