News Update :
Home » » ECOLOGIA TOTAL JÁ!

ECOLOGIA TOTAL JÁ!

“Ciência das Ciências”, ela resume tudo que conhecemos e que ainda pesquisamos para conhecer. Somente autênticos administradores e políticos responsáveis têm obrigação de estabelecer um paradigma ético no caminho da sustentação da Vida, independentemente da ideologia partidária de suas filiações.

 
Autores: Waldemar Ferreira de Almeida (Sociedade Brasileira de Ecologia) e
Waldemar Paioli (Ame-Fundação Mundial de Ecologia)
 
Se confirmada a afirmativa de Kleith S.Brown de que “nenhum centro acadêmico técnico do Pais, esteja preparando especialistas em Ecotoxicologia Química, quanto menos preparando-os ao nível de perícia e prática exigidos para serem guardiães dos sistemas que sustentarão a vida das gerações futuras”, estaremos, desgraçadamente, diante de fatos consumados, pois a rigor os órgãos governamentais não estão diretamente interessados no futuro da espécie humana, mas apenas na conservação da natureza, como se apenas isso constituísse a base da Ecologia.
***
De 1970 para cá, ganharam notoriedade os movimentos preservacionistas, seriamente preocupados com a devastação, agressão às espécies e ecossistemas, e também com a crescente poluição em todos os níveis.
A par dos cientistas, que começaram um ensaio sobre ciências pertinentes às áreas, surgiram grupos particulares, estimulados pela literatura, que enfocava os desmandos ocasionados pelo homem contra a natureza.
“Primavera Silenciosa”, de Rachel Carson, foi um verdadeiro libelo contra as indústrias agroquímicas, abrindo nossos olhos para um novo comportamento com relação aos recursos naturais e faunísticos, de vez que os estragos foram catastróficos, até então, em seu país de origem, Estados Unidos.
Na década de 60, o Brasil somou considerável aumento em sua industrialização: refinarias de petróleo, siderúrgicas, metalúrgicas, fábricas de cimento, indústrias químicas, de celulose, papel, e também automobilísticas, constituindo, enfim, um rol multivariado de atividades para novo ciclo “desenvolvimentista”, consequentemente tecnológico.
Sabemos que tecnologia & explosão demográfica criam, infalivelmente, problemas de saúde pública. Para solucioná-los há necessidade de planejamento com estudos específicos dentro do corpo das ciências naturais e humanas.
Além desses estudos, há que ter esplêndida visão de conjunto, mas esses estudos, bem como as áreas de planejamento estiveram dormitando, em nosso país ou, quando muito, entregues a “especialistas”, dentro da época do “boom” econômico- ou o “tempo dos milagres”!
Urgia crescer, produzir, conquistar mercados. Dessa forma, sufocávamos as chamadas “questões ambientes”, para dar prioridade à produção, empregos, dentro do restrito conceito de sociedade de consumo.
Ecologia não deixou de preocupar-se com o homem, explicitamente nas décadas referidas. Os desastres ecológicos foram tantos, tantas foram as maquinações do “Homo Sapiens” contra seu próprio habitat.
Que tipo de desastres? Extirpação de árvores, apanha ou captura de espécies faunísticas importantes: ocupação desregrada das cidades: avanço sobre encostas, dunas, rios, mares e zonas protegidas por leis pertinentes: invasão de terras indígenas, desertificações, mineração descontrolada: agricultura e pecuária predatórias: industrialização concentrada, além de altamente poluidora: conurbação citadina: excesso de agrotóxicos na lavoura, e de produtos químicos nos alimentos: massificação da pobreza, diminuição dos empregos, achatamento da educação, injustiça social, centralização administrativa, concorrendo para aumento do fisiologismo e do corporativismo etc.
A sociedade de consumo, ávida sempre por novidades e quinquilharias, não consegue refrear o forte apelo mercadológico na vida das pessoas. Tudo fascina, é enaltecido, divulgado, propagado como “necessidade imprescindível” –até- para a sobrevivência...
Tudo está relacionado a tudo; daí, portanto, o por quê deste ensaio sobre o relacionamento homem-natureza, de modo profundo, pois alguns, descuidadamente, têm dado preferência a estudos que abranjam apenas os estragos que o home pode ocasionar à natureza, demonstrando uma visão muito setorial.
O que propomos é a análise das inter-relações homem-ambiente de forma holística.
**********
Para termos ideia precisa de como anda sendo monitorado o vocábulo”meio ambiente”, basta refletirmos alguns instantes.
Pequena confusão se estabeleceu, a partir dessa visão reducionista, levando ao enfoque generalizado de que por “meio ambiente” se poderiam conceber toda a sistemática, estudos, análises e investigações da ciência Ecologia, a quem cabe “o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente físico e biológico em que vivem” (do grego oikos e logos, estudo da casa).
Tudo leva à conclusão que o desconhecimento, por um lado, desses estudos mais profundos na área do relacionamento e a particularização, de outro, da Ecologia Humana, como segmento da própria Ecologia, têm servido para aumentar a dúvida de que a ciência esteja realmente apontando os caminhos viáveis desta cruzada histórica.
Alguns preferem denominar de Ecologia Humana este novo campo de conhecimentos que estuda o enfoque sistêmico e interdisciplinar das interações entre o homem e o ambiente.
Esta definição nos leva a concluirmos que é exatamente esta a função da Ecologia: conduzir as demais ciências a todos os níveis de investigação (“É a ciência das ciências”, diz J.A.Lutzenberger).
Ninguém pode duvidar das especializações que ocorrem na área científica, tanto que da Toxicologia nasceu a Ecotoxicologia, da Química a Ecoquímica, da Sociologia a Biossociologia, como agora se está a abrir a variante Socioecologia ou Ecopolítica, e assim por diante...
Ecologia será sempre Ecologia, mesmo repartida em inúmeras especializações.
Paulo de Almeida Machado, ex-diretor do CNPq, também ex-ministro da Saúde, diz que “no Brasil, Ecologia Humana está emergindo, um “mal necessário”, trazendo, no seu bojo o risco da limitação nos estudos da saúde ocupacional, ou da Ecotoxicologia, ou da Ergonomia”. “Certamente – continua- precisamos fortalecer todas as disciplinas básicas para depois fazer Ecologia Humana”...
Em seu conceito, muito ajuizado, diz “sem a Física não existiria Astronomia, enquanto que Matemática não se faz sem Álgebra, e Biologia depende da Química. Assim também a Saúde Ocupacional, Epidemiologia, Sociologia, Genética, Teoria dos Sistemas, não são a Ecologia Humana”...
Entretanto, “Ecologia Humana depende daquelas disciplinas, pois se quisermos ter dela um conceito explícito, precisaremos não perder de vista seu caráter interdisciplinar, já que Ecologia Humana não é um setor da Medicina, da Engenharia, da Arquitetura, da Matemática, da Climatologia, da Cibernética, ou das Ciências Políticas, isto porque Ecologia Humana não é uma disciplina, não é uma ciência, mas um nível superior de pensamento”.
Segundo os gramáticos, ciência é um conjunto ou sistema de certos conhecimentos ou conjunto sistemático de princípios ou leis que dizem respeito a objetos correlacionados. É, em suma, a apologia do saber.
Ora, um nível superior de pensamento forma o conjunto de conhecimentos, obviamente científicos, que são oriundos sempre de uma ciência. “Está aí uma das responsabilidades da Ecologia Humana, interdisciplinar, sistêmica e prospectiva: antecipar-se aos acontecimentos, estudar e ponderar as probabilidades e sugerir estratégias para a reciclagem e reaproveitamento do homem”, diria o cientista.
“Não há mais lugar para abstrair separadamente problemas de quaisquer espécies, sejam eles sociais (políticos), econômicos ou técnicos. Cada problema está intimamente relacionado a cada um e a todos os outros, e assim também as possíveis soluções estarão dependentes entre si”, sentencia Daphnis F. Souto, médico sanitarista e do Trabalho, Rio de Janeiro.
Afinal, um dos escopos da Ecologia (senão o principal) é a obtenção da Qualidade de Vida. Neste aspecto, não há como discordar, todas as ciências, naturais ou humanas, perseguem idêntico objetivo, como alega José Carlos Seixas, em “Programa Integrado de Ecologia Humana. A melhoria das condições de vida e bem-estar do homem brasileiro constitui um dos postulados básicos da política de desenvolvimento do País que, além do progresso material, visa à obtenção de padrões de vida e de convivência social, pois o objetivo
Democrático é indissolúvel da ideia de melhorar a qualidade de vida de todos os brasileiros...
Assim, se o bem-estar do homem é o objetivo principal para onde devem convergir todos os esforços desenvolvimentistas, compreende-se a intenção de tentar lançar mão dos meios à disposição para se conseguir os resultados esperados.
“Infelizmente – diz Seixas- alguns casos de ciência e tecnologia esqueceram-se do homem; outros, quando o enfocam, fazem-no de forma isolada, fragmentada, sem visão de conjunto, o que tem levado a abstrair o homem de seu contexto ambiente. Forçoso é reconhecer, também, que mesmo ações de saúde são frequentemente encetadas, sem levar em conta tais inter-relações no conceito físio-ecológico de saúde como perfeita e contínua adaptação do organismo e seu ambiente.”
Qualquer dessas omissões – “esquecimento do homem”, abordagem fragmentada, e não consideração das inter-relações homem/ambiente, implica num relativo desperdício de recursos, aliado à baixa percepção de bem-estar por parte da comunidade!
A busca de um tratamento para tais distorções conduz à necessidade de introduzir, ao invés de novas técnicas, instrumentos de ótica de larga abertura e ampla visão; ao invés de novas fraturas, a consolidação dos fragmentos existentes; ao invés de mais frações, denominadores comuns que permitam somá-=las.
O enfoque sistêmico e interdisciplinar das interações entre o homem e o ambiente (Ecologia Humana) na sua concepção mais aceita pode constituir-se em um dos tratamentos corretivos e preventivos para as distorções acima apontadas.
No conceito de ambiente, estariam contidos pelo menos três grandes elementos: o ambiente físico (clima, estação, tempo, geografia, estrutura geológica etc), o ambiente biológico (o universo das coisas vivas que circundam o homem e tudo além do próprio homem), e do ambiente psíquico-sócio-cultural (motivações, valores, atitudes, sistema econômico, sistema político, impacto de tecnologias, tabus etc.).
Ecologia é parte das ciências naturais ou humanas? Com toda segurança, atua em ambos os campos, pois o enfoque multidisciplinar de seu conteúdo garante a atuação concomitante, em razão de uma ótica acadêmica profunda, distanciada do desejo dos que querem subdividi-la.
O estudo da Ecologia Humana, nas ciências sociais, segundo Daniel J.Hogan, é “por um lado” uma área ligada às próprias origens da disciplina da Sociologia, e as ciências sociais, são o lugar natural a procurar, quando ecologistas e outros interessados no meio-ambiente querem incluir o homem nas suas análises.
Por outro lado, é área quase que inteiramente deixada de lado pelas ciências sociais brasileiras. É mais fácil encontrar análises críticas dos aspectos sociais da questão ecológica formuladas por agrônomos ou físicos, do que por sociólogos!
A noção do homem como predador, como intruso na natureza, também está equivocada. É claro que o homem, sendo qualitativamente diferente dos outros animais, tem um potencial de alterar e até destruir espécies inteiras. Mas, isto não ajuda considerar o homem como algo estranho à natureza.
Insistimos: não é este o pensamento particular dos que preferem, sempre, subdividir essa ciência, falando, ora em “meio-ambiente, ecossistemas, flora e fauna, e recursos naturais”?
O raciocínio do professor Hogan é cristalino, quando afirma estarmos projetando “a visão da natureza” como um paraíso pré-Éden, ou uma harmonia idílica, violada pela entrada do homem em cena!
Isso seria congelar o progresso humano, o desenvolvimento, a expansão da atividade humana. Em longo prazo, essa atitude é até prejudicial aos interesses defendidos por essas correntes.
Prejudicial, porque esses interesses serão desprezados e descartados em nome de outros valores (progresso, bem-estar do povo, a necessidade de criar empregos, fabricar alimentos e gerar energia para aquela parcela da população que vive à margem da economia de consumo. Essa Ecologia radical, seria, assim, auto-destruidora.
O que é necessário é uma visão que valorize o lugar privilegiado do homem no universo. É bom ter em mente que muitas espécies foram extintas antes que o homem chegasse à terra.
Os críticos dos ecologistas têm, pois, alguma razão em combater as lamúrias a favor de baleias e onças pintadas, mas não têm razão quando pretendem esquecer o sacrifício do homem a favor da proteção às demais espécies. Muitos dão de ombros à espécie “pequeno produtor agrícola independente”, enquanto vertem rios de lágrimas contra os predadores do jacaré ou das aves do Pantanal!
Temos de pensar numa Ecologia centrada no homem, harmonizando o desenvolvimento humano com a natureza, acertando as regras do desenvolvimento local sustentável, único paradigma correto a seguir, se quisermos evitar de falar e defende uma Ecologia de brincadeira.
É preciso reconhecer, acima de tudo, que os frutos do progresso e a defesa do meio-ambiente têm de marchar juntos para o bem da coletividade.
Desde quando o engenheiro e o arquiteto não prescindem do biólogo, do sanitarista, do epidemiologista, do pneumatologista, do geneticista, do antropólogo, do físico, do matemático, do ecotoxicologista, do zoólogo, do químico, ou do sociólogo?
A realidade, no trato das questões ecológicas, é que esta problemática vital acabe virando modismo, e isto pode tumultuar e confundir a cabeça dos bem intencionados!
Um exemplo marcante pode estar referido no tratamento da água que bebemos. Chamado de convencional, o tratamento baseia-se na aplicação de cloro e sulfato de alumínio. Há, não obstante, fortíssimas suspeitas que isso é insuficiente para remover certos poluentes como gases tóxicos, vapores e metais pesados, além da referência quanto ao próprio cloro que, em muitos casos, complica o fígado de certas pessoas.
Durval de Mello explicita a questão: “os contaminantes estão sujeitos a fatores capazes de influenciar a distribuição de água. Deve-se ter em conta, ainda que sob a ação de mutação os poluentes podem sofrer transformações importantes, resultando em novos compostos como peracil-nitratos (irritantes e fitotóxicos) por reações fotoquímicas, a partir de produtos de combustão incompleta e compostos inorgânicos, resultantes de motores de automóveis como óxidos de nitrogênio, sob ação de radiação solar, formando um ‘smog’ oxidante”.
Para este cientista, “a multiplicidade dos problemas a se estudar requer coordenação das investigações, o que implica na participação de especialistas dos vários ramos da Ecologia e da Toxicologia que, na maioria dos casos, até o presente, têm trabalhado isoladamente, sem o intercâmbio de métodos e de resultados tão nece4ssários para progresso do conhecimento”.
Muitos problemas de poluição, por exemplo, transcendem os parcos limites da saúde pública, para encontrar guarida em outros ramos da ciência e, lamentavelmente, não houve, ainda, um consenso capaz de solucionar assuntos muitas vezes gravíssimos.
“As pessoas em posição de decisão têm o dever, em nome das futuras gerações, de atuar a fim de evitar graves consequências para a espécie humana. Por este motivo, as autoridades governamentais devem ser informadas e devem procurar obter informações, de fontes fidedignas, principalmente das organizações internacionais, sobre as perspectivas e prospectivas da Ecotoxicologia”, finaliza Mello.
Se confirmada a afirmativa de Kleith S.Brown de que nenhum centro acadêmico técnico do País esteja preparando especialistas em Ecotoxicologia Química, quanto menos preparando-os ao nível de perícia e prática exigidos para serem guardiães dos sistemas que sustentarão a vida das gerações futuras, estaremos, desgraçadamente, diante de fatos consumados, pois a rigor, os órgãos governamentais não estão diretamente interessados no futuro da espécie humana, mas apenas na conservação da natureza, como se apenas isto constituísse a base da Ecologia!
Grave também é o texto de Maria Rebello Gay, especialista em Genética Toxicológica: “cada vez mais estamos sendo expostos a uma variedade imensa de compostos químicos que o homem produz como consequência da expansão tecnológica e, desde os trabalhos pioneiros de Muller, em 1927, estamos conscientes de que fatores ambientes têm efeito mutagênico!
Não só este conceito de saúde pública precisa ser revisto urgentemente, mas atentar-se também para outra sorte de problemas que começam a desafiar a cabeça dos cientistas: falamos do avanço da informática, que vai produzir fortíssimo impacto em nosso sistema de vida.
Estima-se que somente nos Estados Unidos, dos 50 milhões de empregados em escritórios, 30 milhões serão dispensados brevemente, em razão das mudanças tecnológicas. O parque fabril plenamente robotizado, tanto lá como cá, não deixa antever a criação de novos empregos, por enquanto!
Mudanças radicais estarão acontecendo, no início do século XXI, podendo, algumas delas beneficiar setores da sociedade, enquanto outras terão de ser recicladas, tal a violência do impacto tecnológico que está chegando...
Na década de 80, João Clodomiro do Carmo (Folha Informática) fazia o seguinte vaticínio: “Qual a reviravolta mais sensacional que a Informática vai introduzir na vida cotidiana nas próximas décadas? A diminuição drástica da jornada de trabalho, ou o desemprego em massa”.
Infelizmente, o vaticínio está se concretizando com todas as cores do pessimismo que obriga à reciclagem completa dos fatores de produção, bem como de consumo...
Alguns analistas, mais ousados, não pararam por aí, admitindo ainda que a tecnologia poderia provocar mudanças radicais em outros segmentos, tais como: fim dos partidos políticos e movimentos reivindicatórios tradicionais!
Tem-se como certo que os programas dos computadores suprirão as falhas sociais para, em compensação, fazer com que as agremiações, quer classistas, quer políticas, percam a razão de existir!
Por fim, o último dos presságios era que experimentaremos a transformação das culturas locais e nacionais numa ampla e difusa cultura mundial, também conhecida como GLOBALIZAÇÃO!
Aí está a Internet provando que a profecia começa a realizar-se
O salto vertiginoso que a humanidade está experimentando levara a economia mundial a outra era, apelidada de “era pós-industrial”, que representa o fim do trabalho pesado por parte do homem, sem previsão que essa mudança possa conduzir o planeta ao clima de “felicidade global”.
É hora, portanto, de nos apercebermos dos ingentes trabalhos desenvolvidos por pesquisadores e humanistas, sociólogos e teólogos, políticos e religiosos, administradores e homens de boa vontade, escritores, poetas, jornalistas, professores, médicos, engenheiros, advogados, a favor dos estudos multidisciplinares da ciência que não pode abdicar de se constituir em salvaguarda das formas elementares da sobrevivência e do progresso social.
Esta união em torno de várias disciplinas tem um nome: Ecologia Total, ao qual acrescentaremos o advérbio Já para definir a temporalidade exigível em assuntos de tal magnitude.
ECOLOGIA TOTAL JÁ consagrará, sem nenhuma dúvida, os defensores de um novo tempo de vida e indicará o modelo socioecológico (ou ecopolítico) da doutrina que deverá apontar os caminhos da convivência harmoniosa entre espécies e ecossistemas, mas também abrirá o leque de melhor relacionamento homem/sociedade, gerando justiça social e paz permanente.

CONTATOS: W.Paioli – presidente AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – www.ecologia.org.br - amefundacao@uol.com.br amefundacao@gmail.com
Share this article :
 
Design Template by panjz-online | Support by creating website | Powered by Blogger