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Geisel, precursor da liberdade, confirmou, em 1976, o caminho da evolução política do Brasil

De 1974 a 1979, o Brasil era comandado pelo luterano Ernesto Geisel, general do Exército brasileiro. Independentemente das realizações materiais, quando o país conseguia, anualmente, crescer à taxa de 10%, sua firmeza valeu para que reencontrássemos a abertura política, a partir de 1984, com João Figueiredo.

Entretanto, a assinatura de Geisel ao Pacto da ONU, de 26/12/1966, em 1976, abriu o caminho da liberdade absoluta dos municípios brasileiros, reféns ainda do jugo federalista-republicano, nos dias atuais, pois o Pacto, tanto no Brasil, como em demais nações, nunca foi obedecido, o que demonstra incivilidade grassa dos povos que manobram o jaez político, tripudiando sobre os povos.

O que é o Pacto? Vejamos:

“Pacto da ONU, de 26 de dezembro de 1966

Todos os povos têm  direito à autodeterminação. Em virtude deste direito estabelecem livremente a sua condição política e, desse modo, providenciam o seu desenvolvimento econômico, social e cultural.

Para atingirem os seus fins, todos os povos podem dispor livremente das suas riquezas e recursos naturais, sem prejuízo das obrigações que derivam da cooperação econômica internacional baseada no princípio de benefício recíproco, assim como do direito internacional. Em caso algum poderá privar-se um povo dos seus próprios meios de subsistência.

Os Estados-Signatários no presente Pacto, incluindo os que têm a responsabilidade de administrar territórios não autônomos e territórios em fideicomisso, promoverão o exercício do direito à autodeterminação e respeitarão este direito em conformidade com as disposições da Carta das Nações Unidas.”

Está, pois, clara a intenção das Nações Unidas em ouvir e também obedecer o que a Declaração Universal dos Direitos Humanos sentenciou e que  países civilizados juraram cumprir. O Pacto, de 1966, que o Brasil assinou em 1976, marca decisivamente nossa vontade política de preservar direitos e consagrar deveres, mas não dar continuidade à farra federalista de reter, junto com os estados, 84% do bolo tributário e destinar APENAS 16% aos que produzem o PIB-Produto Interno Bruto, no país.

Pouca gente entendeu o exato significado de toda esta trama financeira para jugular os produtores, como se estivessem, estes, a cometer pecados mortais.

Quem produz deve ser recompensado, assim pensam todos os trabalhadores, civis e militares, mas este axioma não está funcionando na continuidade administrativa do Brasil-Colônia. Tudo continua como dantes, exploração dos municípios a toda força, extorquindo-lhes o suor de seus filhos. Esta é a mãe-Pátria, gentil, mas obstinada ao lucro federalista somente!

Vamos lutar pelo autogoverno contido no Pacto da ONU, vamos reverenciar a memória de Ernesto Geisel e sua sábia adoção das linhas libertárias do documento que pode conduzir o Brasil aos píncaros do desenvolvimento sustentável com justiça social, ecologicamente perfeito!

A luta pelo autogoverno está começando, faça parte dela, filie-se à AME FUNDAÇÃO, coopere, colabore, difunda esta ideia, que nada tem de socialismo, comunismo ou fascismo. É a luta pela sobrevivência de nossos descendentes, por uma Pátria livre, autêntica, reconhecendo nos municípios a força do trabalho organizado. É o caminhar lento para a Ecodemocracia, forma de governo mais sensível para com quem trabalha e produz.

 


 

DIVULGUE ESTA IDEIA. O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA O SEU DEVER!
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