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O “bolo” maldito! Ninguém quer tocar no assunto, por enquanto...

O “bolo” maldito!
 Ninguém quer tocar no assunto, por enquanto...

                           Estarão mortos nossos líderes?
 
Dentre as inúmeras variedades de bolos existentes (todos agradáveis ao paladar), um há, entretanto, que não apetece a ninguém, especialmente aos trabalhadores, os que produzem a riqueza nacional e se encontram acuados pela federação colonialista brasileira.
Trata-se do inapetente bolo tributário, o que é repartido pela federação colonialista, aos estados e municípios, em proporções avassaladoras, ou seja, federação fica com 60% da carga tributária excrescente do país (85 impostos!!!), estados com 24% e os que trabalham e produzem, os municípios, com a miserável porcentagem de 16%, constituindo isto a vergonha nacional, pois o despudor ficou consagrado na Constituição Federal de 1988, quando se esperava a tão falada e propagada Constituição-Cidadã!


A praga vem desde 1964, quando a federação passou por cima dos mais elementares direitos municipalistas e reduziu a alíquota para quem trabalha e produz, beneficiando apenas quem gasta nababescamente o dinheiro público, fonte de quase toda corrupção que ocorre na colônia!!!

Mudar como se a classe política atual está “mais do que satisfeita” com a desfaçatez, pois a trambicagem é perfeita, quase segura, ninguém reclama devido à perfeita divisão das verbas obrigatoriamente requeridas pelos prefeitos e vereadores. Assim, a molecagem vai extinguindo o direito dos trabalhadores e de todos munícipes brasileiros, sem que sindicatos de nenhuma espécie ou coloração política proteste; muitos recebem para ficar caladinhos e o drama se arrasta e poderá continuar se em 2012 nenhuma voz altiva e cívica, com a preponderante ética se manifestar!

Enquanto políticos municipais precisarem de pedir esmolas à federação colonial, tudo estará bem para os corruptos, mas para os trabalhadores em geral será uma afronta, um completo esmagamento de suas vitais necessidades, que são as necessidades de suas famílias, de todas as cidades para que haja justiça social com perfeita Educação, Saúde de primeiro mundo para todos e Segurança absoluta que possa circunscrever todos os tipos de crimes aos seus nefandos lugares.

Para este tipo de reivindicação ainda não apareceu ninguém para nos ajudar a desfraldar esta bandeira (única na América Latina)para não melindrar o rolo da corrupção que poderá beneficiar apenas os acostados ao poder, mas não o povo, os eleitores, os trabalhadores, cujo esforço, em prol da riqueza nacional ainda não foi totalmente dimensionado.

Como acreditar na palavra dos que prometem, prometem, e não cumprem nada? Onde estão os verdadeiros líderes de uma bandeira sagrada a favor da Pátria, dos atormentados municípios e dos trabalhadores, para apresentar um novo modelo político ou nova forma de governo que ajude a extirpar do país essa nojenta, asquerosa corrupção?

Ame Fundação vem divulgando, com ênfase, a bandeira do AUTOGOVERNO para que se instituam cidades-estados em todo o país, com vistas a colocar o povo, de fato e de direito, no governo, não apenas patéticos que estão e vão ficar, a partir de 2013, super-satisfeitos com essa democracia de araque. Precisamos mudar e mudar para melhor, precisamos de uma Ecodemocracia, com autogoverno, conforme Pacto da ONU, de 26/12/1966. Precisamos reinventar, para melhor, as cidades-estados, tal como o fizeram a Alemanha, a Letônia, Cingapura e China.

Precisamos reinventar ou fazer uma nova lei eleitoral para barrarmos as “negociações”, ou seja a venda e compra de votos com os quais os corruptos se eternizam no poder!
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