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Você ainda acredita em Papai Noel?


Você ainda acredita em Papai Noel?

A federação colonial-plutocrática quer nos fazer de bocós!

 

Crianças, obviamente, acreditam, mas adultos, ao que se sabe, dão aquela risadinha à pergunta e ficam a fazer de contas que sim!

Atualmente, acreditar em Papai Noel é o mesmo que firmar crença na solução dos problemas sociais (políticos) do Brasil  através da forma de governo atual, ou seja federativo-republicano tipo colonial.

Bem, se imaginamos que a colônia terminaria com o Grito da Independência, em 1822, permanecemos errados até a aprovação do Código Civil brasileiro, pela lei n.3071, de 1º de janeiro de 1916, pois seu artigo  1807 reza: Ficam revogadas as Ordenações, Alvarás, Leis, Decretos, Resoluções, Usos e Costumes  concernentes às matérias de direito civil reguladas neste Código.

O que eram as Ordenações? Vejamos:                     

“Constituem peças fundamentais da história do Direito em Portugal, ou seja, de leis
sem carácter sistemático mas nas quais estão oficialmente registadas as normas jurídicas fixadas nos diversos reinados, constituindo, de uma forma geral, o reflexo da luta do Estado pela centralização e pelo estabelecimento de um ponto de equilíbrio entre as várias forças sociais e políticas.”
Resumo: era o Estado de Direito português, que ficou em vigor, no Brasil, de 1822 a 1916, algo estranho  não ter passado sequer pela cabeça dos republicanos de fachada!
Ora, a colônia “terminara” ou não em 1822? Claro que não, ela prolongou-se até 1916, quando juristas brasileiros deram conta que algo errado haveria com o Estado de Direito brasileiro, precipuamente sobre o Código Civil, este que regula as atividades das pessoas físicas e jurídicas.
Pode-se arguir, neste século XXI, que os pruridos coloniais, embora esvurmados de alguns diplomas legais, permanecem como nos velhos tempos das capitanias hereditárias, através da centralização administrativa que exerce a federação sobre estados e municípios.
Prova-o a administração do bolo tributário, pela federação, de  todos os impostos que pagamos, os quais são divididos em proporções fora de comum: 60% para a federação, 24% para os estados e apenas a miserável cota de 16% para quem produz o PIB-PRODUTO INTERNO BRUTO, os municípios.
No final, vamos passar aos eleitos pelo povo, um recado capital: o lema “Pro Brasilia Fiant Eximia” precisa valorizar o Brasil, começando pelos municípios. O resto é balela, é apenas resto, nada mais!
Ame Fundação e Jornal Verde Municipalista convidam a população brasileira a não continuar enganada, acreditando piamente em Papai Noel. Isto é para crianças. Os adultos devem assumir responsabilidades e EXIGIR, em nome da decência, da dignidade, da ética e da ecologia pura, da ordem e do progresso, que seja revista essa divisão do bolo tributário, sem o que, estaremos de volta aos séculos do arbítrio colonial português. Não descuidemos: estamos no Brasil e temos um Estado de Direito brasileiro e Normas Jurídicas concernentes com as atuais necessidades.
 
Vamos desfraldar esta nova bandeira, pela revisão, através do AUTOGOVERNO!
Ame Fundação – www.ecologia.org.bramefundacao@gmail.com – Jornal Verde Municipalista – www.jornalverdemunicipalista.net.br
                                   – atendimentojornalverde@gmail.com
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