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IMPOSTOS E LUXÚRIA


IMPOSTOS E LUXÚRIA
No site www.monarquia.org.br você encontra este lapidar ensinamento, e poderá comparar com o que está a fazer a democracia  colonial em nosso país:
No Império havia 14 impostos, e uma norma que dizia: "Enquanto se puder reduzir a despesa, não há direito de criar novos impostos".
 
Hoje, o Brasil tem 85 impostos, e a todo momento surgem propostas para aumentar a carga tributária.

É gostoso mirar o “impostômetro”(raciocinam os federalistas) e gargalhar sobre a infelicidade dos que apenas pagam, pagam e pagam, sem obter o retorno concebível, pelo menos!

Eles ditam as normas como no tempo colonial e não admitem contestação, funciona como um édito, ordem imperial da democracia aristocrática!

Como barrar essa sangria maléfica em cima dos humildes, dos que trabalham ardorosamente para fazer crescer o PIB brasileiros, enquanto meia dúzia se refestela com a vultosa arrecadação, e pouco dão em troca?

Só uma saída: obedecer estritamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Pacto da ONU, de 26/12/1966, que o Brasil comprometeu-se a cumprir, a partir de 1976, pelas mãos do presidente Geisel.

Afinal, o que propõe este Pacto? Que os povos tenham coragem suficiente, capacidade e ética à altura para administrar outra forma de governo: o autogoverno, ou seja, cada município deve gerenciar suas contas e seus problemas, mas, em compensação, ter participação mais efetiva na soma dos impostos arrecadados, que chegam atualmente a 85, enquanto no Império eram apenas 14!

Certo que não havíamos atingido ainda a industrialização e as commodities não engrossavam o saldo exportável das finanças, mas, mesmo assim, não há como conceber tanto tributo e tão deficiente distribuição.

Sabe-se que do total arrecadado a federação colonialista fica com 60%, enquanto 24% vão para os estados, e apenas 16% para os municípios. Sim, apenas 16% para quem produz o PIB, enquanto 84% ficam para os que gastam nababescamente o dinheiro do povo.

Precisamos nos organizar, fazer valer nossos verdadeiros direitos, pois até agora só nos impingiram deveres.

Vamos desfraldar a bandeira do autogoverno, fazer o que outros países já estão a fazer, através de cidades-estados.

É um caminho difícil, sabemos, porque ira contestar a vaidade burguesa dos republicanos-federalistas-aristocráticos, mas, não temos outra saída. Ou o Brasil se atualiza e cria cidades-estados para atrair investimentos, disciplinar satisfatoriamente sua economia ou a vaca vai pro brejo!

Façam contato: Ame Fundação Mundial de Ecologia – www.ecologia.org.br

amefundacao@gmail.com  - JORNAL VERDE MUNICIPALISTA – www.jornalverdemunicipalistga.net.br – atendimentojornalverde@gmail.com
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