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CATECISMO ECODEMOCRÁTICO

Não ao fascismo, ao socialismo, ao comunismo, ao anarquismo e ao capitalismo selvagem. Autogoverno: modelo ideal para o futuro de nosso povo!

A Vida não é apenas um processo bioquímico, mas sim a programação invisível de atos e fenômenos  geofísicos e psíquicos,  sob constante investigação científica.  Enquanto passageiros desta nave planetária chamada Terra, cumpre-nos obrigações inerentes ao completo aparelhamento para que a sucessão desta marcha seja realizada em obediência a paradigmas de completa racionalidade.
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Selecionados em áreas geográficas, criamos e organizamos países com povos singulares, e  partilhamos com  regimes políticos assim como formas de governo; dispusemos modelos  à altura das necessidades temporais, nem sempre com respostas conciliáveis ao anseio comunitário, motivando pesquisas  oriundas do descontentamento que esteve sempre oprimindo a espécie principal do planeta, além da degradação ambiente atrelada a fatores condicionados pelo desenvolvimento e explosão demográfica.
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Ideias e ou ideologias representaram, em todos os tempos, o caminho para atender  insatisfações quanto ao domínio social (político, essencialmente) por parte de grupos enquistados na crista do mando, esquecidos, convenientemente, de que o homem é anterior ao Estado e não pode ser manietado pelos detentores do poder (Rerum Novarum).
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Do absolutismo real ao feudalismo aristocrático; da  monarquia imperial à república federativa ou  unitária, do domínio temporal sobre a coletividade e do avanço da democracia utópica, pois não concedente de todos os direitos a todos igualitariamente, há uma distância mensurável. Enquanto grupos envolvidos economicamente  passam a mistificar o sentido literal deste regime político, quando, inevitavelmente, o sufrágio universal do voto não atinge os que manuseiam a administração pública, surge o modelo Ecodemocrático, arrimado na família, no bairro, no município ou no condado, para fortalecer a Pátria.
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Ecodemocracia aperfeiçoa a democracia (governo do povo pelo povo), reunindo, organicamente, os seres humanos  em torno de acertadas reivindicações comunitárias, com base em princípios éticos e morais, reorganizando vilas, cidades e municípios, em torno de paradigmas corretos, exemplarmente copiados de antigos modelos assentados na meritocracia com justiça social

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Queremos a Ecodemocracia sem rótulos pomposos, capacitada a conciliar o progresso com a explosão demográfica.
Queremos a Ecologia verdadeira, a que cuida de tudo com todos, protege a realidade em Gaia e opera o desenvolvimento responsável para termos qualidade de vida e justiça social!
Lutemos por uma causa justa: a transformação do Brasil num país sério, respeitado,  pacífico, ético, ecodemocrático, onde a classe política constitua a elite cultural da nação, contrariamente ao que se assiste  atualmente, quando representa apenas um verdadeiro cancro de corrupção.

O CAMINHO
1.Defesa intransigente do Estado de Direito, da cultura e da liberdade responsável dos brasileiros
2.Obediência irrestrita à divisão dos poderes em legislativo, executivo e judiciário, bem como às tradições cívicas e éticas do povo brasileiro, através das Forças Armadas, garantidoras da tranquilidade operativa do povo brasileiro
3.Aceitação tácita à Declaração Universal dos Direitos Humanos e ao Pacto da ONU de 26/12/1966 que faculta aos povos a aceitação de modelos políticos diferenciados, tais como os instituídos em Regiões Administrativas Especiais proporcionados pelo AUTOGOVERNO.
4.Estimular projetos de agro-indústria orgânica; amparar e dar caminhos viáveis a todas as formas de produção, quer agrícolas, industriais, pesqueiras, ao comércio, e prestação de serviços.
5.Combater a utilização maciça de agrotóxicos na agricultura
6.Combater tenazmente as sementes transgênicas e subprodutos, pois os tornam potencialmente cancerígenos
7.Abandono completo do programa nuclear
8.Combater, com base  cientifica os males causados pelo Bisfenol A em vasilhames plásticos e latas de bebidas e conservas, e ainda produtos que agreguem conservantes químicos.
9.Eliminação total do pedágio rodoviário em todo o país.
10.Pugnar pela transferência das sedes administrativas governamentais para o interior dos estados
11.Batalhar para que a lei 11445, de 5.1.2007 não seja apenas letra morta com referência ao saneamento básico em todo o país.
12.Insistir junto ao governo federal para que a indústria automobilística brasileira seja obrigada a  fabricar carros seguros com folhas-de-Flandres e para-choques, substituindo o estofamento interno confeccionado com plástico com base de benzeno, potencialmente cancerígeno
13.Prescrever intensa campanha contra o nefasto vício de fumar, destruidor de florestas, cancerígeno e causador de doenças gravíssimas como enfisema pulmonar e outras.
14.Assestar baterias contra a odiosa discriminação sofrida pelos municípios brasileiros, produtores da riqueza nacional, que contrariamente à lógica, estes que trabalham recebem apenas 16% do bolo tributário dos 85  impostos que pagamos, enquanto estado e federação nadam no dinheiro do povo, sem nada produzirem
15.Ajudar o país a encontrar a fórmula específica para o setor de saúde pública com alternativa homeopática em centros populares, sem desprezo para com a alopatia.
16.Alteração imediata da lei eleitoral adotando a pluralidade de voto por meio de entidades de bairros, ONGs e mesmo individual, sem necessidade de filiação partidária, além de agregar à votação pelas urnas eletrõnicas a repetição do voto em cédulas especiais.
17.Substancial reforma educativa, com vistas ao que foi produzido nos séculos precedentes e introdução de matérias de cunho altamente cívico-patrióticas, além de filosofia das religiões e ensino da língua brasileira, o tupi, nas escolas públicas.
18.Diminuir o número de deputados estaduais, federais e suprimir, de vez, o senado federal.
19.Fazer da ecologia, ciência das ciências, o verdadeiro compêndio existencial, aplicando-a prudentemente em todos os setores da característica humana, com defesa sistemática de ecossistemas e espécies.
20.Criação de viveiros de mudas florestais e espécies homeopáticas
21.Incentivar cooperativas de crédito, de consumo e de produção
22.criar bibliotecas-circulantes em todos os municípios
23.Transformação da lei dos bolsões residenciais, adaptando-a à originalidade da lei do uso e ocupação do solo.
24.Instituir cozinhas nutricionais
25.criar centros de recuperação de usuários de drogas e bebidas alcoólicas com apoio religioso
26.Congregar civis  e militares ao esforço patriótico da unidade nacional com vistas a defesa do território brasileiro contra todos os tipos de ataques, quer bélicos, quer ideológicos espúrios como  drogas e contrabando.

Contra o parasitismo do Estado brasileiro, contra a ineficiência republicana que admite a corrupção em alto grau, contra a calamitosa situação em que se encontra o povo brasileiro, privado de seus mais elementares direitos como: educação à altura, saúde, pelo menos elementar, segurança acintosa; contra a política econômica secular desastrosa,  contra a total incompetência federativo  colonialista, contra os mínimos direitos humanos rechaçados pela elite governamental, contra o achatamento cívico-cultural e patriótico do povo brasileiro, CONVIDAMOS todos os que se sintam indignados com a atual situação a aderirem a esta Bandeira,

AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – www.ecologia.org.br
JORNAL VERDE MUNICIPALISTA – www.jornalverdemunicipalista.net.br
amefundacao@gmail.com  - atendimentojornalverde@gmail.com

“Benayon rasga o verbo e conta verdades
A melhor e mais sucinta definição de ideologia, parece-me a do grande sociólogo Karl Mannheim: “teoria para defender interesses”. Explicando melhor, em lugar, de teoria, trata-se de  modo de pensar formado em função  de interesses de determinado grupo ou classe social.
Ora, a realidade deste mundo é que a maior parte dele, se não a quase totalidade, vem sendo, há mais de 350 anos, infiltrada por braços do poder da oligarquia financeira londrina, que é a base principal e origem da atual oligarquia financeira anglo-americana.
A partir do final do século  XIX, com a industrialização e o crescimento numérico da classe trabalhadora,  surgiu  o socialismo, ora cooptado pela oligarquia financeira, ora obtendo conquistas sociais (welfare state).
Depois apareceu a vertente comunista, que ensejou processos de industrialização e de autonomização nacional, como aconteceu na Rússia e domínios, e também na China, respectivamente com Lênin/Stalin e Mao Dze Dong, criando, assim, em períodos de 20/30 anos, potências com poder militar bastante para estabelecer relativo equilíbrio de poder internacional em vários continentes (não na América Latina).
O equilíbrio da balança militar, durante bom tempo da guerra fria, possibilitou algumas independências nacionais importantes, como a da Índia e a da Argélia (o apoio da União Soviética a essas independências não implicou em regimes comunistas nesses países. 
Em nosso continente (América Latina) , a existência dessas potências e de seu regime de economia controlado pelo Estado, não tinha – por razões geoestratégicas  - como influir no sentido de suscitar relativa autonomia em relação ao império anglo-americano. 
Este,  ao contrário, não teve problemas em intervir de diversos modos para inviabilizar o real desenvolvimento do Brasil, através da ocupação da economia por corporações transnacionais incrivelmente subsidiadas pelos governos locais (de modo escandaloso), a partir a Instrução da SUMOC nº 113 de janeiro de 1955.
Ainda por cima, o espantalho comunista foi acenado e magnificado como instrumento, a serviço do império, para  gerar a grande polarização direita versus esquerda, tendo também o materialismo do ideário comunista contribuído muito a  ojeriza à esquerda, por parte de grande número de brasileiros cristãos. 
O fato é que a divisão ideológica entre brasileiros foi ampla e intensamente usada pelo império para desviar a atenção de nossos compatriotas, induzidos a crer que a grande ameaça vinha das potências comunistas, quando o real inimigo, o que interessava perceber,  o império anglo-americano, foi, por muitos, considerado amigo e tido todas as portas abertas para realizar sua ocupação e a inviabilização do desenvolvimento nacional. 
O mais engraçado é que tanta gente, até hoje, fica atribuindo tudo que acontece de mal no País à esquerda, aos comunistas, e assim, classifica os aproveitadores do PT, PC do B etc., os quais estão entregando tudo ao império.
Ora, esses aproveitadores não são comunistas, são entreguistas (não tão radicais como os tucanos, demos etc.), mas também dão tudo, até para não serem desestabilizados, já que seu único objetivo é não perder as posições de governo que lhes permitem locupletar-se.  Muitos amealham fortunas que teriam de ser estatizadas se houvesse alguma cogitação de implantação do comunismo no Brasil. 
De outra parte, outro tanto de gente, os de esquerda, critica a “ditadura” militar, a qual, embora tenha falhado gravemente, em não perceber que os braços econômicos do império se apossavam da economia brasileira, tinha muitíssimo maior apreço pelos interesses nacionais do que esses que se dizem de esquerda.
A maioria dos militares do regime que ficou até a pseudo-democratização de 1988, foi entretida só vendo inimigos à esquerda, quando os principais eram os carteis industriais mundiais e a grande finança do eixo Londres/Wall Street. 
Assim, grandes ilusões, fomentadas pela desinformação da mídia, da academia e de outras fontes, têm servido para o modelo que atira o Brasil na rabeira tecnológica, financeira, econômica e cultural do Mundo.
Há que lançar luz a dentro do espesso fumo de enganações prenhes de palavrório ideológico, as quais impedem enxergar de onde vem e de que modo se faz a desorganização e a deterioração dos valores e das instituições do País, transformadas hoje em agenciadoras dos interesses dominantes estrangeiros, e em administradoras de estruturas de “governo” caóticas, impregnadas do máximo possível de confusão programada.
Tão forte é o viés ideológico, no caso do Mãos Limpas, predominantemente haurida de uma direita apaixonada pelo império inimigo do País, que não considero valer a pena participar dos debates nesse foro. Essa é a razão pela qual não costumo fazê-lo.  Ou seja: são da direita entreguista, com a qual me parece inviável dialogar. Estão fechados com o império (na base do estou contigo e não abro). 
Do mesmo modo, não vejo como dialogar com a esquerda entreguista, de petistas e alguns outros. Também não abrem, mesmo porque a coisa tem um lado de interesses patrimoniais pessoais. De resto, tanto à direita, como ao centro e à esquerda, no Brasil de hoje, quem não é entreguista não faz carreira.
Veja bem: na direita, vejo muita convergência com minhas posições entre os integralistas, porque são nacionalistas, mas dessa direita não vejo praticamente ninguém do grupo Mãos Limpas. Isso não quer dizer que eu seja de direita.
Adriano Benayon”
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